Quando o cego de Jericó começa a gritar “Jesus, Filho de David, tem compaixão de mim”, não escolhe um título ao acaso. Toca numa expectativa que vinha de longe, numa esperança amadurecida ao longo de gerações. A estrada é real, a multidão é real, a tensão é real. E aquelas três palavras condensam séculos de história, fé e promessa. O grito nasce de um momento decisivo da monarquia israelita...


