Sou o Rafael Pereira, licenciado em Serviço Social pela Universidade Católica Portuguesa, onde tive oportunidade de construir uma formação sólida e abrangente. A minha caminhada passou também por um percurso vocacional de dez anos no Seminário dos Missionários do Espírito Santo, durante o qual frequentei até ao segundo ano da Licenciatura em Teologia, também na Universidade Católica. Essa experiência marcou de forma profunda a minha forma de estar no mundo, alargando o olhar sobre as dimensões humanas, espirituais e sociais da realidade — uma perspetiva que hoje procuro integrar de forma consciente na vida profissional e comunitária.
Mais tarde, concluí uma Pós-Graduação em Gestão das Organizações Eclesiais, igualmente na Universidade Católica, que me permitiu aprofundar competências na área da gestão e administração de instituições do sector social e religioso. Esta formação revelou-se essencial no trabalho que tenho vindo a desenvolver, conciliando exigência técnica com atenção às pessoas.
Participei na primeira edição do Programa em Gestão e Transformação Digital da Nova SBE — uma formação executiva orientada para liderar processos de inovação e adaptação tecnológica nas organizações. O contacto com temas como análise de dados, automação e estratégias digitais trouxe-me uma visão integrada sobre a importância das tecnologias emergentes na resposta aos desafios sociais e institucionais do presente.
Atualmente sou mestrando em Doutrina Social da Igreja pela Universidade Pontifícia de Salamanca.
O meu percurso profissional tem sido norteado por um compromisso constante com a justiça social e o bem comum. Exerço funções como Diretor Técnico do Instituto dos Afetos, no Centro Comunitário de Tires, onde acompanho e coordeno projetos centrados no cuidado à pessoa e na promoção da dignidade humana. Integro também o Conselho Fiscal da Instituição, como secretário, contribuindo para a garantia da transparência e da sustentabilidade financeira.
Sou Vice-Presidente do Centro Social da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Abóboda, Instituição que ajudei a fundar, e membro do Conselho Económico da respetiva Paróquia. Neste contexto, procuro articular as necessidades sociais da comunidade com a missão pastoral da Igreja local, numa lógica de proximidade, corresponsabilidade e serviço.
Durante mais de uma década estive ligado ao Corpo Nacional de Escutas, enquanto dirigente, acompanhando jovens e ajudando-os a crescer na fé, no serviço e no sentido comunitário. Acredito que a educação não se faz apenas com palavras, mas sobretudo com exemplo, presença e confiança.
No domínio da inovação, sou cofundador da Da Vinci, Sistemas de Informação, que desenvolve soluções tecnológicas para colégios, centros sociais e instituições educativas. Este projeto nasce da convicção de que a tecnologia, quando colocada ao serviço das pessoas, pode melhorar significativamente o modo como as instituições gerem os seus recursos e concretizam a sua missão.
Para além da dimensão profissional, mantenho um interesse constante por temas religiosos, pela história e pela filatelia. Como católico, procuro viver a fé de forma integrada, deixando que a espiritualidade informe não apenas as convicções pessoais, mas também o modo como se trabalha, se lidera e se serve.
Acredito que todas as experiências — sejam profissionais, vocacionais ou formativas — podem e devem convergir para um propósito maior: o de transformar realidades com humanidade, competência e esperança.

