NOTA EDITORIAL | SERVIENS Há lugares que se visitam e outros que se habitam interiormente. Há caminhos que se percorrem com os pés e outros que se fazem em silêncio, na intimidade do coração. O texto de Miguel Dantas conduz-nos precisamente a essa fronteira delicada entre o turismo e a peregrinação, entre o olhar que observa e o coração que se deixa interpelar. Num tempo marcado pela rapidez...


