COMO SERVIR SEM NOS PERDERMOS DE NÓS MESMOS? Vivemos num tempo que parece exigir de nós uma presença constante, uma resposta imediata, uma produtividade contínua. No seio das organizações sociais, nas comunidades paroquiais, nas famílias ou até nos pequenos gestos do quotidiano, somos muitas vezes empurrados para um serviço ininterrupto — como se a disponibilidade permanente fosse o único sinal...
