A leitura do recente artigo sobre as audições feitas pelo Grupo Vita no processo de indemnizações a vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica deixou-me profundamente inquieto. Não apenas pelos testemunhos ali relatados, mas pelo que revelam sobre a forma como estamos – ou não – a cuidar de quem mais sofreu. Sou membro da Igreja Católica. Amo-a e reconheço nela um caminho de vida, fé e serviço...
