A CHAMA QUE NÃO SE APAGA No alvorecer de 30 de maio de 1431, uma jovem de 19 anos subia ao cadafalso na Praça do Velho Mercado, em Rouen. O ar era frio, o céu encoberto e o fogo preparava-se para consumir o corpo de quem acreditava cumprir uma missão divina. Chamava-se Jeanne d’Arc — Joana, filha de camponeses de Domrémy, uma aldeia perdida entre os campos e os bosques da Lorena francesa. Quando...


